sábado, 24 de janeiro de 2015

Gaspar da Cunha (1897-1918)

Em 2014 recordou-se por toda a Europa os 100 anos da I Guerra Mundial.
Do Corpo Expedicionário Português (integrado no Exercito Britânico), mobilizado para a Europa, fizeram parte 55 mil homens.
Foi na Batalha de La Lys a 9 de Abril de 1918, a única em que o efectivo português participou, que se perderam mais homens, entre mortos, feridos e prisioneiros.

Gaspar da Cunha natural de Pecene, Cossourado, Paredes de Coura, foi um dos soldados mortos, tinha 21 anos. Em Agosto de 1918 os familiares foram informados da sua morte. Mas nunca souberam como morreu, onde morreu e o que aconteceu ao seu corpo. Recentemente no site http://www.memorialvirtual.defesa.pt/ os descendentes descobriram onde Gaspar da Cunha está sepultado.

http://www.memorialvirtual.defesa.pt/Lists/Combatentes/DispFormCombatente.aspx?List=fb2f9ac5-bca8-43cd-9157-615a0b996189&ID=6446


Em França existem muitos cemitério militares, onde estão sepultados os combatentes da I e II Guerra Mundial, agrupados por nacionalidade. O cemitério português fica em Richebourg (Pas de Calais), no norte de França, onde estão sepultados 1831 soldados portugueses.




Quase 100 anos depois os seus descentes prestaram-lhe a devida homenagem.






Rally de Portugal 2015

O vídeo oficial já circula.



sábado, 17 de janeiro de 2015

José Augusto Sousa à frente do PSD courense

P1010816José Augusto Sousa, actual líder da bancada social-democrata na Assembleia Municipal de Paredes de Coura, é o novo presidente da estrutura concelhia do PSD. A acompanhá-lo tem alguns nomes que já faziam parte daquele organização, mas também novos elementos que, nos últimos anos, têm conquistado algum protagonismo no partido.

É o caso, por exemplo, de André Rodrigues, um dos elementos que o PSD courense conseguiu eleger em Outubro de 2013 para a Assembleia Municipal e que faz agora também parte da equipa de José Augusto Sousa. Além de André Rodrigues, também David Saraiva, presidente da Junta de Freguesia de Rubiães, e Helena Ramos, vereadora social-democrata na autarquia courense, surgem a acompanhar o novo líder da concelhia.

A equipa de José Augusto Sousa inclui ainda alguns repetentes, casos de Vitor Domingues e Miguel Montenegro Barros, que já faziam parte da anterior concelhia, liderada por Paulo Castro. João Manuel Cunha e Paulo Rosa completam o lote de elementos da comissão política de secção. Na mesa do plenário, a presidência é assumida por Ângelo Ferreira, um histórico do partido, dela fazendo ainda parte João Cunha, Hermínia Pereira e José Caldas de Sousa.

O desenvolvimento económico do concelho é um dos principais objectivos de José Augusto Sousa que, em declarações à rádio Vale do Minho, referiu que o PSD courense tem defendido um conjunto de medidas pelas quais se continuará a bater, nomeadamente o aumento da dedução do IRS e a isenção de derrama. “Temos de aumentar o rendimento das pessoas. Mantendo os níveis de apoio à cultura que temos, há que encontrar forma das pessoas chegarem a casa com melhores condições de vida”, acrescentou o líder dos social-democratas courenses que diz que “não podemos continuar a apostar na cultura como fonte de rendimento”. Entre as soluções propostas por José Augusto Sousa está, por exemplo, “a realização de transportes públicos promovidos pela câmara municipal, de forma a reduzir a factura do transporte”.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Acessibilidades: de promessas antigas a recusas recentes

a3 - nó paredes de coura

Parece sina. Cinco meses depois do meu último escrito aqui por estas bandas, acordei com vontade de voltar a escrever. Não sei com que periodicidade, nem se isto é para continuar ou não, mas o certo é que me apeteceu escrever e por isso, aqui estou. O curioso é que, em cima da mesa, o assunto era um velho conhecido: acessibilidades. E é curioso porque este foi um dos temas com que abri o “velho” Mais pelo Minho, em Novembro de 2005. Aliás, recuando mais no tempo, este foi precisamente o primeiro assunto sobre o qual escrevi em Maio de 1998, acabadinho de “aterrar” no Minho pela primeira vez, na altura nas páginas do Correio da Manhã.

A diferença, entre agora e 1998, é que na altura o assunto era o reforço das acessibilidades e agora discute-se a falta delas… incompletas desde 1998, quando abriu a A3 e ficou por fazer o acesso directo de Paredes de Coura ao nó de Sapardos. Desde então muitas promessas,alguns concursos, muita retórica, algumas melhorias na estrada existente…. e nada de acesso directo. Nos últimos meses o assunto voltou a ser terma de conversa, depois da Câmara de Paredes de Coura ter voltado à carga, tentando incluir a rectificação do traçado da EN303 num pacote que previa a execução duma via de ligação da A3 às zonas industriais de Formariz e Castanheira. O argumento utilizado, aliás, era precisamente o aumento da atractividade dessas áreas industriais com uma melhor via de acesso, num traçado com menos de 9 kms que permitiria, por exemplo, reduzir o número de curvas, aumentar os raios de curvatura e, tudo somado, encurtar a viagem em alguns minutos.

Apesar disso, até agora, não chegaram notícias muito animadoras. Ainda ontem, a comunicação social dava conta das preocupações do deputado socialista Jorge Fão, eleito pelo círculo de Viana do Castelo, relativamente à não inclusão da melhoria dos acessos rodoviários a Paredes de Coura no plano de investimentos da Estradas de Portugal para o período 2015-2019. Nota o deputado que a melhoria dos acessos, quer a partir da A3, quer a partir da A28, não é objecto de qualquer referência, o que faz com que o concelho courense seja, no distrito, o que tem piores acessibilidades rodoviárias.

Um lamento que, infelizmente, é tantas vezes partilhado pelos que aqui residem. Até quando?