quarta-feira, 24 de maio de 2017

Autárquicas: José Mota é candidato do PS em Parada

José Alberto Mota é o cabeça de lista do Partido Socialista à Junta de Freguesia de Parada. Do lado do PSD não há ainda certezas sobre quem irá concorrer. E há uma garantia: Anésio Barbosa quer regressar.

As eleições autárquicas do próximo dia 1 de Outubro prometem ser concorridas em Parada. Como, aliás, já vem sido hábito nesta freguesia onde, ao contrário da maioria das restantes do concelho, é habitual haver mais do que duas forças políticas a disputar a corrida eleitoral.

Quando faltam pouco mais de quatro meses para o acto eleitoral, o único candidato conhecido é o que vai encabeçar a lista do PS. Trata-se de José Alberto Mota, actual presidente da Assembleia de Freguesia, que nas últimas eleições liderou uma lista com as cores do CDS-PP e que, em função da divisão de mandatos naquela freguesia (3 para o PSD, 3 para o PS e um para o CDS-PP), ficou como uma espécie de fiel da balança na gestão da freguesia.

Do lado do PSD, desconhece-se se António Fernandes, que está actualmente à frente dos destinos da freguesia, vai concorrer novamente. O que, a acontecer, poderá estragar os planos de Anésio Barbosa, que presidiu à Junta de Freguesia até 2013, altura em que foi impedido de concorrer por ter atingido o limite de mandatos. Agora já pode voltar e já fez saber que vai concorrer à presidência da autarquia. Resta saber se com as cores do PSD como no passado ou se opta, antes, por uma lista independente, algo que já anunciou estar igualmente nos seus planos.

terça-feira, 9 de maio de 2017

VENÂNCIO FERNANDES: “O meu projecto vai mais além destas eleições”

VENANCIO

Venâncio Fernandes é o candidato do PSD à Câmara de Paredes de Coura. O empresário diz que ainda não tem equipa formada, mas está no terreno e conta com os históricos do partido para o ajudarem nesta caminhada que termina no dia 1 de Outubro. Ou que continuará mais além…

Depois de ter integrado o grupo municipal do PSD na Assembleia Municipal de Paredes de Coura, no mandato 2005/2009, eis que Venâncio Fernandes, empresário ligado ao sector imobiliário, aparece novamente nas hostes social-democratas, desta feita como o candidato indigitado para concorrer à presidência da autarquia courense. “Não posso considerar como um regresso ao PSD”, esclarece Venâncio Fernandes, explicando que nunca foi militante daquele partido, apenas simpatizante. “Da minha parte não houve uma saída. O Décio convidou-me para a Assembleia Municipal em 2005, eu não estava lá para defender os interesses do partido mas sim os interesses do concelho, depois em 2009 entendi que não devia continuar”, explica.

Apesar de tudo, a sua escolha para liderar a lista laranja surgiu com surpresa. Para mais quando Venâncio Fernandes tinha optado, entretanto, por um outro caminho partidário, ao lado do Partido Democrático Republicano, de Marinho Pinto, onde tem feito militância activa. Agora, suspendeu a sua filiação no PDR para poder liderar o projecto social-democrata em Paredes de Coura, explicando, contudo, que se não tivesse surgido o convite para encabeçar a lista do PSD, muito possivelmente iria aparecer noutra lista candidata, suportada pelo PDR.

Um convite que, esclarece, “surgiu da estrutura do PSD em Paredes de Coura”, acrescentando que se trata dum processo que já tem algum tempo. “Tanto quanto sei, a aprovação foi feita por unanimidade”, refere Venâncio Fernandes, contrariando as versões que davam conta de divisões no seio do partido, e comentando logo a seguir que, no entanto, para ele, é irrelevante que assim tenha sido.

“Acho que o PSD courense, ao tomar esta decisão (de convidar um não militante), teve uma atitude de valor, de despreendimento do lugar, o que não é muito comum”, refere o agora candidato social-democrata, desvalorizando os rumores que davam como difícil o surgimento de um candidato dentro do partido. “Haveria sempre alguém no PSD disponível para este lugar”, acrescenta.

“Estar fora pode ser vantajoso”

Também não se livra das críticas dos que dizem que, por residir fora do concelho, não estará tão bem preparado para a corrida eleitoral. Sem referir o caso de José Augusto Caldas, que em 2009 também liderou a lista social-democrata sem residir em Paredes de Coura, Venâncio Fernandes lembra que é natural do concelho, que aqui viveu durante muito tempo e que aqui trabalhou e que continua a acompanhar a realidade courense. “Tenho toda a legitimidade para ser candidato”, acrescenta, recordando que a sua vida profissional continua a passarter ligações a por Paredes de Coura. E, além disso, complementa, “estar fora pode ser vantajoso. Vemos as coisas de forma diferente”.

Para já ainda não tem equipa definida. Mas está no terreno e quer avançar a toda a força, de modo a ter as listas prontas antes do final de Junho, prazo que estipulou a si mesmo como o necessário para trabalhar em condições. Mas, apesar de não ter nomes definidos, tem uma ideia: mobilizar todos os candidatos do PSD que estiveram nas últimas eleições autárquicas, tanto os que venceram como os que saíram derrotados. “Não sei se vão aceitar ou não”, refere, e, querendo ignorar as recentes queixas de alguns presidentes de junta social-democratas, diz mesmo que “a mim ainda não nenhum disse que não”.

Perspectivam-se por isso, dois meses de muito trabalho, o que não diminui o entusiasmo do candidato. “Nas causas em que me meto sei que é sempre necessário trabalho”, diz Venâncio Fernandes, considerando que “quem está no poder tem sempre mais facilidade”. É certo que vai trabalhar em conjunto com a concelhia, na captação de candidatos e na campanha, mas acrescenta que conta “com todos os elementos da família PSD”, inclusivamente com aqueles que, nos últimos tempos, têm tecido algumas críticas ao modo de funcionamento do partido.

“Não sei se vou unificar o PSD, vamos ver. Neste momento a minha preocupação é a candidatura, face à exigência temporal”, refere o candidato social-democrata. Mas, adianta, “o meu projecto vai mais além destas eleições”. Explicando que “vamos ter que seguir um caminho novo”, Venâncio Fernandes adianta, ainda, que quer “valorizar os militantes e as pessoas que têm dado a cara pelo PSD”.

Mudar mentalidades

Não querendo avançar, para já, com ideias concretas sobre o seu projecto para o concelho, até porque defende que este terá de ter a intervenção e a contribuição dos que o acompanharem na corrida eleitoral, não hesita em apontar a falta de gente como o principal problema do concelho e, nesse sentido, a sua principal preocupação. “Mas não é um problema fácil de resolver”, esclarece, referindo que terá de ser a base de qualquer projecto de desenvolvimento. Além disso, acrescenta, “temos também um problema de mentalidades, que é preciso mudar”. “As pessoas têm de estar mais abertas à realidade e por isso vamos tentar que as pessoas olhem para as coisas de forma diferente”, sublinha o candidato social-democrata.

Sobre o actual executivo camarário, nomeadamente sobre o desempenho do seu adversário socialista, Venâncio Fernandes considera que se trata de “continuidade com alguma inovação”. “Não podemos esquecer que o actual presidente é um defensor acérrimo das políticas anteriores”, conclui o cabeça de lista do PSD.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Autárquicas 2017–PSD candidata Venâncio Fernandes

venancio fernandes

Já é conhecido o nome do candidato do PSD à Câmara de Paredes de Coura nas próximas eleições autárquicas. A escolha dos social democratas recaiu sobre Venâncio Fernandes, um nome que já fez parte das listas autárquicas daquele partido, mas que nos últimos anos se associou ao PDR - Partido Democrático Republicano, de Marinho Pinto.

O nome do candidato à Câmara courense foi aprovado ontem pela Comissão Política Distrital do PSD, colocando um ponto final na incerteza em torno do nome que aquele partido iria apresentar à corrida eleitoral. Ao que apuramos, o processo de indicação do candidato ficou nas mãos de Vítor Domingues, presidente da concelhia courense, e de José Augusto Caldas, depois de não ter sido encontrado um nome dentro dos organismos do partido a nível local, após alguns elementos do partido terem anunciado publicamente que não estariam disponíveis.

Venâncio Fernandes, empresário, integrou em diferentes mandatos a lista de eleitos do PSD courense na Assembleia Municipal, sendo, contudo, muitas vezes, uma voz dissonante dentro daquele grupo. Acabaria por sair em 2009, em virtude de não ter feito parte das listas que concorriam às eleições autárquicas daquele ano. Na sua última intervenção naquele órgão, alertou para “um fenómeno na sociedade, no concelho de Coura, que é o receio de dizer não, de dizer não estou de acordo”.

Acabaria, depois, por se afastar do PSD e enveredar por outros caminhos. Em 2009 chegou mesmo a equacionar avançar com uma candidatura independente, que acabaria por não concretizar e, anos mais tarde, juntar-se-ia ao PDR. Foi, contudo, sempre um espectador atento e crítico da realidade política e social do concelho.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

PS: Cláudia Pires de Lima é candidata à junta da vila e Resende

A informação é do Notícias de Coura, que avança em primeira mão, o nome de Cláudia Pires de Lima como candidata a presidente da União de Freguesias de Paredes de Coura e Resende. abaixo o texto da notícia, que pode ser lida na edição do jornal que hoje saiu para as bancas.

Cláudia Pires de Lima candidata à presidência da Junta

É em primeira mão que o Notícias de Coura divulga a candidata à União das Freguesias de Paredes de Coura e Resende. Cláudia Pires de Lima encabeça a lista do Partido Socialista. A Concelhia do PS dirigiu-lhe o convite tendo em conta o empenho e a revelação nas autárquicas de 2013, nas quais ocupou o 4.º lugar da lista do Vítor Paulo Pereira, confidenciou ao NC fonte ligada à estrutura socialista.

Para surpresa de muitos, a Psicóloga Clínica não hesitou em abraçar este desafio, vendo nele “a possibilidade de fazer mais pela sua terra”. Diz sentir “orgulho por ter a possibilidade de se candidatar a um cargo que lhe permitirá”, “além de estar mais próxima das pessoas, fazer por elas também”.

Nascida e criada na Vila, nos seus primeiros anos viveu em Resende. Os seus pais fizeram então essa escolha e são agradáveis as recordações mantidas, rememora a candidata, antiga colunista do NC na área da Psicologia. Depois mudaram-se para a Vila até ter terminado o 1.º ciclo de estudos. Durante a sua adolescência morou em Caminha, mas confessa que, “durante a semana, muitos eram os dias que vínhamos jantar a Paredes de Coura”. Mesmo depois aos 18 anos, quando foi para o Porto estudar, o fim-de-semana era importante “para visitar a família mas também para sentir a terra, respirar o ar puro”. Diz que se sentia revitalizada. Foi o concretizar de um sonho quando, ao fim de alguns anos, conseguiram regressar a Paredes de Coura, admite ao NC.

Texto de: Manuel Tinoco

sexta-feira, 17 de março de 2017

Ligação à A3: um primeiro vislumbre do traçado

estrada 1

Não será, ainda, o traçado definitivo, mas são imagens apresentadas hoje na cerimónia de assinatura do acordo de gestão entre a Infraestruturas de Portugal e a Câmara de Paredes de Coura, com vista à ligação entre a A3 e o parque empresarial de Formariz. E que já dão uma ideia do que pretende ser ser feito, com alguns troços da EN303 a serem aproveitados, mas também com uma grande parte de nova via, evitando alguns dos principais pontos de afunilamento do actual traçado. E, conforme foi apresentado, com duas rotundas (uma em Sapardos, logo após a saída da A3, a outra em S. Bento da Porta Aberta, possibilitando a ligação quer a Valença, quer a Ponte de Lima, pela EN201) e três entroncamentos com a EN303, em Linhares, Ferreira e Formariz, onde termina a intervenção. (Clicar nas imagens para aumentar)

estrada 2